sábado, 13 de novembro de 2010

Quando tudo começou

A tortura começou quando percebi que ela me encarava, toda hora que olhava ela tava olhando,
a cada dia ficava mais difícil não olhar pra ela, não admirar aquele sorriso, aquele jeito.
Não sei o que me fazia a querer tanto, talvez o fato de ser impossível ficar com ela, ela era hetero,
e andava com o povo que se acha da escola.
Bom pra mim eu só achava ela bonitinha, e o que eu não conseguia entender era o por que dela mexer tanto comigo, o por que de quando ver ela, o coração acelerar, perder a fala, a reação, começar a tremer e não conseguir parar de olhar pra ela.
Nunca gostei de meninas morenas, as branquinhas sempre me chamaram mais atenção, e eu sempre disse, jamais ficarei com uma menina morena, não faz meu tipo, nunca foi preconceito, até porque na minha familia uma parte são negros, e os amo demais, e eu até achava umas moreninhas bonitas e tal's, mais pra ficar só as branquinhas mesmo.
Entrei meio que em pânico quando percebi que tava afim daquela garota, era impossível rolar alguma coisa.

Um pouquinho da escola nova

17/05/2010 / Em uma segunda-feira, fui pra escola cheguei lá o povo todo já tinha chegado, eu e a Fran não estávamos afim de entrar na escola e como o Hebert tava estranho decidimos não o chamar para ficar junto com a gente.
Ele entrou e ficamos paradas ali um tempo e depois subimos pra praça, foi o primeiro dia que eu e a Fran realmente conversamos, porque sempre que cabulávamos os meninos tavam junto e não dava pra conversar muita coisa, a Fran é hetero mais apesar disso me entendi.
Um pouco antes de a segunda aula começar fomos pra porta da escola de novo, e ficamos paradas ali, encontramos a Karen e ficamos conversando, depois de um tempo a Karen saiu, e duas meninas da minha sala e uma menina da sala do Carlos tavam subindo, a menina da sala do Carlos era ela, eu ainda não olhava muito pra ela, então comentei com a Fran que achava ela bonita, a Fran ficou olhando e depois que elas passaram disse "ela ficou olhando pra ti." eu tinha visto mais não quis olhar muito, falei pra Fran que achava ela muito bonita, mas achava que ela era hetero, a Fran disse pra mim perguntar pra ela por que ela me encarava, mas achei melhor deixar quieto, depois de um tempo ela desceu, e parou mais pra baixo de onde nós estávamos, a Karen voltou desesperada dizendo que tinha esquecido o celular dela dentro do carro do cara que ela tinha ficado, e queria um celular pra ligar, pra avisar ele pra voltar e trazer o celular dela, ela pediu pra descermos com ela pra pedir o celular de alguém, descemos e paramos muito perto da garota fiquei olhando pra ela sem parar, depois de um tempo a Fran me deu um cutucão e disse pra mim disfarçar, nós rimos e fomos pra outra praça, ficamos lá bastante tempo conversando, depois voltamos pra praça da escola, ficamos lá um pouco e decidimos descer pra porta da escola de novo, depois uns cinco minutos que estávamos paradas lá, veio uns garotos perguntar que horas eram e se ali era o portão da saída respondemos que era 22:30 e que era sim o portão de saída, demos a volta pela avenida e fomos pra rua da secretaria, e não tinha ninguém e quando voltamos o povo todo já tava saindo, paramos o Hebert e ele começou a reclamar porque tínhamos cabulado e não tínhamos chamado ele, dissemos que ele tava estranho com a gente e ele disse que não tava, então deixamos quieto, fomos pra praça e ficamos lá sentados conversando, a minha sala toda tava lá, só que estavam em outra mesa, depois de uns 10 minutos decidimos descer e quando chegamos lá o resto do povo tava saindo, chamei o Carlos e ficamos esperando a Jéssica sair, dei tchau pra Fran e abracei o Hebert e disse pra ele não ficar bravo com a gente, quando a Jéssica saiu, veio com uma menina da sala dela e disse que iria embora por cima e o Carlos queria ir, eu disse que iria por baixo e desci pro ponto, quando cheguei vi a garota de longe e ela tava indo embora andando com umas meninas, fiquei parada no ponto muito tempo, e quando o ônibus veio não tinha mais ninguém no ponto só eu, peguei o ônibus e vim embora.

Um pouquinho da escola nova

18-05-2010 / Na terça-feira cheguei na escola e quando desci do ônibus ela tava parada lá sozinha, o farol fechou atravessei e quando cheguei perto vi que ela tava falando no celular, passei e parei um pouco mais pra cima de onde ela tava, fiquei esperando o povo chegar, e quando a Fran chegou disse pra gente cabular a primeira aula eu disse que tudo bem e chamamos o Hebert, ficamos lá a primeira aula sem fazer nada, quando bateu o sinal da segunda aula entramos e fomos pra sala, quando deu a hora do intervalo chamei o Carlos e descemos, quando chegou lá embaixo o Carlos comprou uma trakinas e um salgadinho, subimos e ficamos lá no corredor da secretaria, tava pra ver tudo de lá de cima, e eu a via passar toda hora, ficamos eu o Carlos, a Fabricia, a Fran e o Ricardo lá em cima conversando, quando acabou o intervalo, eu fui a primeira a ir pra sala, e quando passei no corredor quase morri, ela tava agarrada com uma garoto, passei o mais rápido que pude, e tentei não olhar muito.
Fiquei as duas ultimas aulas sem conseguir prestar atenção em nada,
não via a hora de dar a hora da saída, e quando deu chamei o Carlos e desci rápido não tava afim de ver aquela cena de novo, quando agente passou pelo ponto vi de novo o que não queria ela abraçada com o menino, ela ficou olhando pra mim séria eu olhei um pouco e depois virei, fiquei sem reação e fiquei zuando com o Carlos tentando esquecer, mas nem disse nada pra ele.

piadinha

Man' muito bom

Uma vez um cara foi no cinema e quando chego lá, sentou em cima de uma menta:
qual é o nome do filme?
R: O cara documentado
OIAJISOJAOSJ
tá, foi bem sem graçinhas, mas promove ae

alguém postou no orkut.
rsrs
Bom eu ia por musica no blog, mas li uma coisa e concordo com a garota, ninguém é obrigado a ouvir o que eu gosto. então não vou colocar musica.

Beijoos (L

Não consigo te esquecer

Talvez eu Te ame muito
"INCONDICIONALMENTE"
ou talvez eu Te ame pouco
"QUASE NADA"
Mas eu sei que te amo
não é amor de amigo de irmão
é um amor diferente que mexe com a cabeça da gente
e faz sentir o coração bater
o corpo tremer.
Amor de ciúme imenso
quase incontrolável
quase incontrolável por medo de te perder
Medo de você se afastar,
apesar de não estar perto
só cada vez mais longe.
O que eu sinto é muito mais do que amor
Ou talvez nada de amor
Eu apenas não consigo te esquecer.

Dia: 11-11-10

Man' já foi pra algun lugar e sentiu todo mundo falando de ti?
pois é, eu já, várias vezes, mas a pior foi dia 11.
Eu fui pra escola, quando chegou lá, a professora do projeto que participo
pediu para ir chamar o resto do pessoal, eu fui, chamei todo mundo e só apareceu
o pessoal de terça-feira eu era a única de quinta, até ai tudo bem, ficamos lá
conversando e resolvendo sobre a apresentação, mas sempre que eu olhava tinha alguém me encarando e quando eu olhava um olhava pro outro e ria ou cochichava, fiquei muito
agoniada sem saber o que era, mas tudo bem, não tava vendo a hora de ir pra sala, fui pra sala na hora do intervalo, achei que todo mundo já tinha descido, mas ainda tinha gente lá e o professor de matemática, entrei e fui pro meu lugar, logo que sentei, o povo começou a me olhar e rir ou cochichar, nossa aquilo tava me deixando muito brava, mas pra não arrumar confusão ignorei, resolvi sair da sala e ir pro corredor da secretaria que dá pra ver o pátio, fiquei lá e logo um amigo meu subiu o Ricardo e ficou lá comigo, quando já tava no final do intervalo fomos da sala de um outro amigo o Carlos, chamamos ele e ele disse que não ia sair da sala, fiquei puta com aquilo, mas continuei na minha, o Ricardo foi pra sala dele e eu fiquei na minha, com o fone no ouvido, morrendo de ódio daquele povo toda hora me olhando, quando deu a hora da saída o Ricardo foi na minha sala me chamar sai e fui chamar o Carlos, dae ele disse "Aquela hora ele não quis sair, meio que te ignorou e você ainda vai esperar ele?" eu disse que não e fomos pro ponto, logo o ônibus do Ricardo passou e eu fiquei lá, quando olhei o Carlos tava vindo com uma amiga dele, eles olharam pra minha cara e riram, nossa quis matar ele, mas fiquei quieta, ele parou do meu lado e começou a reclamar porque eu não tinha esperado ele, eu nem me abalei, fiquei quieta, ele veio até em casa enchendo o saco, dae o ônibus veio e agente sentou na frente, quando chegou no final e agente passou na catraca o meu bilhete deu sem saldo, fiquei morrendo de vergonha, o cobrador disse pra eu descer pela frente desci morrendo de vergonha, atravessei a avenida e quando fui descer a minha rua, tinha um cachorro enorme, que uma vez atacou eu e minha prima, tive que descer pela rua do Carlos.

Agora diz, parecia complô poxa, tudo dando errado em uma dia só, isso é "UMA PUTA FALTA DE SACANAGEM," acho isso "UMA SAFADEZA OCULTA." :@